
Entidades denunciam TJ no Colégio de Líderes da Alesp.
Documentos entregues aos parlamentares provam que o TJ tem o dinheiro para a reposição salarial, mas joga a responsabilidade para o Executivo e o Legislativo. Os servidores pediram a imediata instalação da CPI do Judiciário.
Representantes das Entidades com os líderes partidários na Alesp.
Ontem à tarde, terça-feira, 22 de junho, os sete representantes das entidades de servidores do Judiciário paulista que negociam com o TJ estiveram na Assembléia Legislativa, onde foram recebidos pelo Colégio de Líderes daquela casa.
Antes de falarem ao Colégio de Líderes as entidades e cerca de cem servidores percorreram os gabinetes dos deputados, recolhendo assinaturas para a instalação da CPI do Judiciário, iniciativa do deputado Carlos Giannazi.
Os servidores também acompanharam a abertura do Pequeno Expediente da Alesp, quando a greve dos servidores foi comentada pelos deputados Carlos Giannazi, Major Olímpio e Simão Pedro, entre outros.
Depois, a comissão de sete negociadores dos servidores, da qual faz parte a presidente da AOJESP, Yvone Barreiros Moreira, foi recebida pelo presidente da casa, deputado Barros Munhoz, e pelos demais integrantes do Colégio de Líderes.
CPI do Judiciário
Os servidores argumentaram que a intransigência do TJ levou a essa situação e pediram a intervenção da Alesp no processo de negociação. Argumentaram, com números e planilhas que foram entregues aos parlamentares, que o TJ tem o dinheiro para realizar o pagamento, mas que joga a responsabilidade para o Executivo e o Legislativo. Os servidores pediram a imediata instalação da CPI do Judiciário.
Em resposta aos servidores falou o presidente da Alesp, Barros Munhoz: “É evidente que há um conflito entre os poderes Judiciário e Executivo. A Alesp não pode obrigar que projetos sejam encaminhados para cá. Há a compreensão de todos os líderes, de todos os partidos, de que é um impasse grave, que prejudica não só funcionários como a população também”.
Colégio de líderes em reunião.
Entidades debatem os rumos da greve.
Yvone fala aos colegas e deputados em reunião na Alesp.
Após a reunião, os servidores se reuniram em uma sala cedida pela Alesp e fizeram uma avaliação positiva da visita ao Colégio de Líderes e aos parlamentares, destacando a importância de reforçar os esforços para a ampliação da greve, fala que foi reiterada pela presidente Yvone, da AOJESP. Ela destacou que “esperar por uma ação da Alesp ou do Órgão Especial do TJ não é o suficiente. O importante é ampliar o movimento nos Fóruns onde ainda não há adesão e criar lideranças locais que possam apoiar as entidades no trabalho de mobilização dos servidores”, disse Yvone.
A presidente também lembrou que “o que está acontecendo aqui em São Paulo se repete em outros seis Estados da Federação, nos quais os servidores do Judiciário estadual lutam pela preservação de seus direitos adquiridos, que os TJs querem retirar com a assessoria da FGV – Fundação Getúlio Vargas, contratada para implantar projetos que, coincidentemente, prejudicam os servidores desses Estados”, completou Yvone.
Documentos entregues aos parlamentares provam que o TJ tem o dinheiro para a reposição salarial, mas joga a responsabilidade para o Executivo e o Legislativo. Os servidores pediram a imediata instalação da CPI do Judiciário.
Representantes das Entidades com os líderes partidários na Alesp.
Ontem à tarde, terça-feira, 22 de junho, os sete representantes das entidades de servidores do Judiciário paulista que negociam com o TJ estiveram na Assembléia Legislativa, onde foram recebidos pelo Colégio de Líderes daquela casa.
Antes de falarem ao Colégio de Líderes as entidades e cerca de cem servidores percorreram os gabinetes dos deputados, recolhendo assinaturas para a instalação da CPI do Judiciário, iniciativa do deputado Carlos Giannazi.
Os servidores também acompanharam a abertura do Pequeno Expediente da Alesp, quando a greve dos servidores foi comentada pelos deputados Carlos Giannazi, Major Olímpio e Simão Pedro, entre outros.
Depois, a comissão de sete negociadores dos servidores, da qual faz parte a presidente da AOJESP, Yvone Barreiros Moreira, foi recebida pelo presidente da casa, deputado Barros Munhoz, e pelos demais integrantes do Colégio de Líderes.
CPI do Judiciário
Os servidores argumentaram que a intransigência do TJ levou a essa situação e pediram a intervenção da Alesp no processo de negociação. Argumentaram, com números e planilhas que foram entregues aos parlamentares, que o TJ tem o dinheiro para realizar o pagamento, mas que joga a responsabilidade para o Executivo e o Legislativo. Os servidores pediram a imediata instalação da CPI do Judiciário.
Em resposta aos servidores falou o presidente da Alesp, Barros Munhoz: “É evidente que há um conflito entre os poderes Judiciário e Executivo. A Alesp não pode obrigar que projetos sejam encaminhados para cá. Há a compreensão de todos os líderes, de todos os partidos, de que é um impasse grave, que prejudica não só funcionários como a população também”.
Colégio de líderes em reunião.
Entidades debatem os rumos da greve.
Yvone fala aos colegas e deputados em reunião na Alesp.
Após a reunião, os servidores se reuniram em uma sala cedida pela Alesp e fizeram uma avaliação positiva da visita ao Colégio de Líderes e aos parlamentares, destacando a importância de reforçar os esforços para a ampliação da greve, fala que foi reiterada pela presidente Yvone, da AOJESP. Ela destacou que “esperar por uma ação da Alesp ou do Órgão Especial do TJ não é o suficiente. O importante é ampliar o movimento nos Fóruns onde ainda não há adesão e criar lideranças locais que possam apoiar as entidades no trabalho de mobilização dos servidores”, disse Yvone.
A presidente também lembrou que “o que está acontecendo aqui em São Paulo se repete em outros seis Estados da Federação, nos quais os servidores do Judiciário estadual lutam pela preservação de seus direitos adquiridos, que os TJs querem retirar com a assessoria da FGV – Fundação Getúlio Vargas, contratada para implantar projetos que, coincidentemente, prejudicam os servidores desses Estados”, completou Yvone.
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