quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Mil servidores do Judiciário manifestam na região central de SP


Foto: William Valcov/AE

Mil servidores do Judiciário manifestam na região central de SP

Servidores em greve do Judiciário do Estado de São Paulo realizam assembleia em frente ao Fórum João Mendes

Da Redação
cidades@eband.com.br
Cerca de mil servidores do Judiciário Estadual de São Paulo se reuniram na tarde desta quarta-feira em manifestação na região central da cidade. De acordo com a polícia militar, o protesto começou às 13h.

Os funcionários estão reunidos em frente ao Fórum João Mendes para discutir a campanha salarial de 2010. Segundo a PM, a manifestação é pacífica e não ocupa nenhuma via.

Aumento salarial

O reajuste proposto no último mês pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Antônio Carlos Viana Santos, é de 4,17%, o equivalente a um quinto da reivindicação dos funcionários.

Redação: Bárbara Forte

Servidores do Judiciário invadem Assembleia Legislativa em SP

Servidores do Judiciário invadem Assembleia Legislativa em SP

Da Redação

cidades@eband.com.br

Um grupo formado por 32 servidores do Tribunal de Justiça de São Paulo invadiu, na noite desta quarta-feira, a Assembleia Legislativa do Estado, no Parque Ibirapuera, zona sul da capital.

Segundo a Polícia Militar, o grupo ocupou o plenário José Bonifácio por volta das 21h e permaneceram até 2h30 desta quinta-feira, quando foram retirados por soldados que trabalham no local. Embora tenham deixado o plenário, os servidores permanecem no prédio, munidos de cobertores e mochilas com roupas e comida.

A invasão faz parte dos protestos dos servidores, que estão em greve há quatro meses. De acordo com os manifestantes, o grupo não vai deixar a Assembleia até que haja novidades sobre a negociação.

As reivindicações dos grevistas são a recomposição de perdas salariais, o julgamento do dissídio coletivo e a instalação de uma CPI para investigar os gastos do Tribunal de Justiça do Estado.


Redator: Fábio Mendes

Grevistas do judiciário invadem plenário da Assembleia em SP

Grevistas do judiciário invadem plenário da Assembleia em SP
26 de agosto de 2010


Reduzir Normal Aumentar Imprimir Um grupo de 32 servidores do Judiciário paulista, em greve há 121 dias, invadiu na noite dessa quarta-feira o plenário José Bonifácio da Assembleia Legislativa de São Paulo e ficou até a madrugada desta quinta-feira. Segundo a Polícia Militar estadual os manifestantes foram evacuados, pacificamente, do local por volta das 3h.

Alguns servidores teriam permanecido para acampar na frente do prédio da Assembleia, segundo a PM. Funcionários do Tribunal de Justiça (SP) e servidores estão em greve desde 29 de abril e reivindicam aumentos salariais.


Redação Terra

Servidores são retirados de plenário da Alesp

Servidores são retirados de plenário da Alesp

Greve teve início há 120 dias e funcionários seguem em frente ao local

Um grupo de servidores da justiça que havia invadido na tarde desta quarta-feira (25) o plenário José Bonifácio, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), foi retirado do local, por volta das 2h30 desta quinta (26), por policiais militares que trabalham na casa parlamentar.

Munidos de cobertores e mochilas com roupas, água e comida, 32 servidores resolveram invadir o plenário para mais uma vez chamar a atenção para o movimento grevista da categoria que teve início há 120 dias. Os servidores, que agora estão na entrada principal do prédio, afirmam que não vão deixar o local até que suas reivindicações sejam atendidas.

A categoria quer reposição relativa às perdas salariais, exige o julgamento do dissídio coletivo e a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar alguns gastos do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-SP). Segundo os policiais, a ocupação e a saída dos manifestantes foi pacífica.

Fonte: R-7

Servidores são retirados de plenário da Alesp

Servidores são retirados de plenário da Alesp

26 de agosto de 2010 3h 40

RICARDO VALOTA - Agência Estado

Um grupo de servidores da justiça que havia invadido na tarde de ontem o plenário José Bonifácio, na Assembleia Legislativa de São Paulo(Alesp) foi retirado do local, por volta das 2h30 de hoje, por policiais militares que trabalham na casa parlamentar.

Munidos de cobertores e mochilas com roupas, água e comida, 32 servidores resolveram invadir o plenário para mais uma vez chamar a atenção para o movimento grevista da categoria que teve início há 120 dias. Os servidores, que agora estão na entrada principal do prédio, afirmam que não vão deixar o local até que suas reivindicações sejam atendidas.

A categoria quer reposição relativa às perdas salariais, exige o julgamento do dissídio coletivo e a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar alguns gastos do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-SP). Segundo os policiais, a ocupação e a saída dos manifestantes foi pacífica.

Jornal O Estado de SP

PM retira servidores que invadiram Assembleia Legislativa de SP

PM retira servidores que invadiram Assembleia Legislativa de SP
32 grevistas do judiciário que agora estão na entrada principal da sede do legislativo paulista dizem que não deixarão o local até o atendimento das reivindicações
26 de agosto de 2010 3h 47

Ricardo Valota, do estadão.com.br

SÃO PAULO - Um grupo de servidores da justiça que havia invadido por volta das 18 horas de quarta-feira, 25, o plenário José Bonifácio, na Assembleia Legislativa de São Paulo(Alesp) foi retirado, por volta das 2h30 desta quinta-feira, 26, por policiais militares que trabalham na casa parlamentar.



Munidos de cobertores e mochilas com roupas, água, e comida, 32 servidores resolveram invadir o plenário para mais uma vez chamar a atenção para o movimento grevista da categoria que teve início há 120 dias.


Os servidores, que agora estão na entrada principal do prédio, afirmam que não vão deixar o local até que suas reivindicações sejam atendidas. Segundo os policiais, a ocupação foi pacífica, assim como a saída dos manifestantes, que não teriam causado nenhum dano material nas dependências do plenário.


A categoria quer reposição relativa às perdas salariais, exige o julgamento do dissídio coletivo e a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar alguns gastos do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-SP).

O Estado de SP

Servidores do Judiciário em Bauru pedem reposição salarial com cachorro-quente

Servidores do Judiciário em Bauru pedem reposição salarial com cachorro-quente

ELIDA OLIVEIRA
DE SÃO PAULO

Servidores da Justiça em Bauru protestaram ontem e hoje pedindo ao TJ (Tribunal de Justiça) prioridade nos pagamentos de reposições salariais em detrimento de indenizações, tais como licença-prêmio, férias, auxílio-voto ou auxílio-sentença.

O TJ prioriza as indenizações, segundo a oficial de Justiça Luciana Dias Falcão, que representa os servidores em greve.

Hoje 100 dos 400 funcionários da Justiça na cidade ofereceram cachorros-quentes à população, como forma de protesto. Ontem, queimaram holerites em frente ao Fórum de Bauru.

De acordo com Luciana, o TJ tem feito o pagamento das indenizações antes de regularizar a reposição salarial. Quando os servidores pedem o reajuste, o TJ diz que não tem dinheiro em caixa.

A reposição deve ser feita todos os anos, corrigindo o salário de acordo com a inflação, diz Luciana. Segundo o movimento grevista, os servidores estão sem reposição há dois anos.

Com isso, os auxiliares-judiciários 1, que estão na base da folha de pagamento, deixam de receber todos os meses cerca de R$ 270 por mês. Oficiais de Justiça e assistentes sociais, cerca de R$ 700.

O tribunal não se manifestou sobre a greve que já dura 120 dias em todo o Estado. Em Bauru, os servidores voltaram a paralisar as atividades na sexta-feira.

Folha de SP

Servidores do Judiciário invadem Assembleia de São Paulo

Servidores do Judiciário invadem Assembleia de São Paulo

DANIELA LIMA
DE SÃO PAULO

Servidores do Judiciário paulista, em greve há 120 dias, invadiram na noite de hoje o plenário José Bonifácio, da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo). A ocupação foi pacífica, mas, segundo eles, não tem hora para acabar.

O grupo de 32 servidores disse que só deixará a sala quando tiver suas reivindicações atendidas. Eles pedem a recomposição de perdas salariais, o julgamento do dissídio coletivo e a instalação de CPI (Comissão parlamentar de Inquérito) para investigar os gastos do Tribunal de Justiça do Estado.

Servidores do Judiciário em Bauru pedem reposição salarial com cachorro-quente


Essa é a terceira invasão a órgãos públicos promovida pelos grevistas. Eles já haviam ocupado o Fórum João Mendes, na capital paulista, e o Palácio da Justiça.

"Essa é mais uma medida desesperada e radical, mas é definitiva. O tribunal não quer negociar conosco. Queremos que os três poderes se reúnam para discutir a nossa situação", afirmou à Folha Osmar da Silva, escrevente do Fórum de Jundiaí, que está entre os invasores.

O deputado estadual major Olímpio (PDT), que acompanha as negociações entre grevistas e magistrados, está no local e busca uma solução. "Eles querem pressionar o Executivo, que, ao lado do Judiciário, fica fazendo um jogo de empurra com os servidores."

O tribunal diz que não há verba para conceder aumentos salariais. Os grevistas estão com agasalhos, cobertores e levaram alimentos e água para a Assembleia. Quando os grevistas invadiram o João Mendes, a entrada de água e comida no local foi proibida, para sufocar a ocupação.

Folha de SP

Servidores do Judiciário são retirados da Assembleia de São Paulo

Servidores do Judiciário são retirados da Assembleia de São Paulo

DE SÃO PAULO

Os servidores do Judiciário paulista que invadiram na noite de quarta-feira (25) o plenário José Bonifácio, da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) foram retirados por volta das 2h30 de hoje pela Polícia Militar.

A retirada foi feita pelos policiais militares que trabalham na casa parlamentar. Os 32 manifestantes que estavam acampados no plenário saíram pacificamente e permanecem acampados em frente ao prédio da Assembleia Legislativa. Eles aguardam outros grevistas vindo do interior do estado para negociações.

Há 120 dias de greve, os manifestantes pedem a recomposição de perdas salariais, o julgamento do dissídio coletivo e a instalação de CPI (Comissão parlamentar de Inquérito) para investigar os gastos do Tribunal de Justiça do Estado.

Essa é a terceira invasão a órgãos públicos promovida pelos grevistas. Eles já haviam ocupado o Fórum João Mendes, na capital paulista, e o Palácio da Justiça.

'Essa é mais uma medida desesperada e radical, mas é definitiva. O tribunal não quer negociar conosco. Queremos que os três poderes se reúnam para discutir a nossa situação', afirmou à Folha Osmar da Silva, escrevente do Fórum de Jundiaí, que está entre os invasores.

O deputado estadual major Olímpio (PDT), que acompanha as negociações entre grevistas e magistrados, está no local e busca uma solução. 'Eles querem pressionar o Executivo, que, ao lado do Judiciário, fica fazendo um jogo de empurra com os servidores.'

O tribunal diz que não há verba para conceder aumentos salariais. Os grevistas estão com agasalhos, cobertores e levaram alimentos e água para a Assembleia. Quando os grevistas invadiram o João Mendes, a entrada de água e comida no local foi proibida, para sufocar a ocupação.

Folha de SP

Servidores em greve ocupam salão da Assembleia Legislativa


Servidores em greve ocupam salão da Assembleia Legislativa

Invasão ocorreu entre a noite de quarta e a madrugada desta quinta (26).
Retirado pela PM, grupo acampou na frente do complexo.

Do G1, em São Paulo

Grupo composto por cerca de 30 servidores estaduais da Justiça, em greve há 120 dias, ocupou o plenário José Bonifácio da Asssembleia Legislativa de São Paulo, entre o início da noite de quarta-feira (25) e parte da madrugada desta quinta (26).

saiba mais

Funcionários do Tribunal de Justiça mantêm greve em SPA Polícia Militar (PM) retirou os manifestantes do anexo por volta de 3h, porém, parte do grupo acampou na frente do complexo, informou a polícia.

Funcionários do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) estão em greve há quatro meses. Eles pedem reposição salarial de 20% e que o TJ-SP pare de descontar os dias parados.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

JUDICIÁRIO: greve completa 120 dias nesta quarta sem previsão de acordo entre os grevistas e o TJ

Postado por: Sylvio Micelli - em: 25-08-2010 / 22:55:16

JUDICIÁRIO: greve completa 120 dias nesta quarta sem previsão de acordo entre os grevistas e o TJ

Ednéia Silva
Jornal Cidade de Rio Claro

Iniciada no dia 29 de abril a greve dos servidores do Judiciário paulista completa 120 dias nesta quarta-feira (25) sem previsão de encerramento. Apesar das várias reuniões realizadas entre representantes do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e dos funcionários, nenhum acordo foi fechado. A última reunião agendada, que seria realizada nesta terça-feira (24), foi desmarcada pelo TJ.

Marcos Miranda, diretor da Assojuris (Associação dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de São Paulo), informa que a greve atinge cerca de 15% dos 240 funcionários do Fórum local. Segundo ele, no Estado, a adesão ao movimento é de aproximadamente 30% dos 46.000 servidores ativos.

Nesta terça-feira (24), a categoria realizou uma assembleia regional em Campinas. Hoje (quarta-feira), às 13 horas, será realizada a 18ª assembleia estadual na Praça João Mendes em São Paulo quando os grevistas devem decidir os rumos do movimento.

Miranda explica que por enquanto o Tribunal de Justiça não apresentou nenhuma proposta salarial. Apenas sugeriu que o reajuste da categoria seria incluído no orçamento de 2011. Porém, conforme Miranda, isso não dá garantia de recebimento visto que o orçamento tem que ser submetido à votação na Assembleia Legislativa.

O diretor disse que a categoria quer apenas que não haja divergência na política salarial do TJ. De acordo com ele, o tribunal concedeu reajuste aos magistrados, mas os servidores estão sem reposição há dois anos.

"Somente no primeiro semestre deste ano o tribunal pagou R$ 154 milhões em atrasados para os magistrados. Em janeiro eles vão receber mais 14,79% de reposição salarial. Somos todos servidores e não pode haver essa diferenciação na política salarial", defende Miranda.

Por conta disso, a categoria quer que a Assembleia Legislativa abra uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o orçamento do TJ. Para isso, são necessárias 32 assinaturas dos deputados. Até agora, segundo Miranda, a categoria já conseguiu 23.

O impasse na greve dos servidores levou o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D`Urso, defender a aprovação de dotação orçamentária suplementar, pelo Governo do Estado, para viabilizar o reajuste dos servidores e pôr fim à greve da categoria.

A reportagem procurou a diretora do Fórum, Cynthia Andrauss Carreta, mas até o fechamento desta edição, ela não tinha dado retorno.

Greve Judiciário Paulista 2010

Greve dos servidores do Judiciário deixa 300 mil ações paradas

Postado por: Sylvio Micelli - em: 25-08-2010 / 23:24:47

Diário de São Paulo: Um ano e meio sem Justiça

Um ano e meio sem Justiça

Greve dos servidores do Judiciário deixa 300 mil ações paradas

Eric Fujita

Longa espera por audiências e uma enxurrada de ações paradas na Justiça. Quem pretende entrar ou tem um processo em andamento vai ter sentar e esperar. A greve dos servidores do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) completa hoje 119 e é considerada a maior já feita pela categoria. Os trabalhadores querem uma reposição salarial de 20,16%, enquanto o tribunal oferece recomposição de 4,77%. Por causa da paralisação, a demora por um julgamento poderá durar até um ano e seis meses.

A estimativa foi feita pela seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP). A entidade calcula que cerca de 300 mil processos estão parados aguardando julgamento devido ao movimento grevista dos servidores.

"São ações enviadas aos cartórios que não foram distribuídas", explicou o vice-presidente da OAB-SP, Marcos da Costa. Hoje, o Judiciário conta com 18,8 milhões de processos no estado, dos quais 18 milhões estão nos fóruns em primeira instância e 800 mil no TJ-SP.

O levantamento foi realizado com base no fluxo de ações que dão entrada no Judiciário paulista e no índice de adesão à greve pelos funcionários. "Além disso, o volume de entrega das intimações judiciais caiu 45%", avaliou" Fábio Ferreira de Oliveira, presidente da Associação dos Advogados de São Paulo.

De acordo com os organização do movimento, 13.500 dos 45 mil servidores estão parados. O número representa 30% de toda a categoria. Entre os serviços afetados, estão a distribuição dos processos nos cartórios, expedição de liminares e os julgamentos.

"Estamos parados até agora porque o TJ-SP nada nos oferece", afirmou Elisabete Borgianni, presidente da Associação dos Assistentes Sociais e Psicólogos do TJ-SP e membro da comissão de negociação.

Versão oficial
O TJ-SP avaliou que apenas 4.500 funcionários estão com as atividades paralisadas - ou 10% do funcionalismo no estado. O tribunal admitiu problemas nos serviços nos fóruns, mas não informou quantos processos estão parados.

O TJ-SP destacou ainda que negocia um mutirão com a categoria para agilizar o andamento dos processos após o final da greve. Em troca, não haveria o desconto no salário. "Esse tipo de providência será necessária após a paralisação para reduzir o tempo de espera dos processos", avaliou Paulo Dimas Marcaretti, presidente da Associação Paulista dos Magistrados (Apamagis).

Vítima do movimento, o advogado Luís Kerbauy contou que tem muita dificuldade para conseguir liminares referentes a contribuições previdenciárias. Agora, não há uma previsão de quando as mesmas serão concedidas. "Antes da greve, isso demorava, no máximo, duas semanas", conta.

Kerbauy também reclamou da lentidão no atendimento por conta da greve. "A liberação por parte dos juízes acontece de acordo com a gravidade da situação. Caso contrário, fica na espera", lamentou.

Assembleia define futuro de greve
Os servidores do Judiciário realizam hoje uma nova assembleia para definir se permanecem ou não em greve por tempo indeterminado nos fóruns e na sede do TJ-SP. O encontro será realizado na Praça João Mendes, no centro da capital. A decisão dependerá do resultado das negociações com os desembargadores. Até o fim da tarde, a reunião não havia acabado.

45 mil
servidores atuam no Judiciário paulista

Entidades querem negociar índice
As entidades ligadas ao funcionalismo admitem negociar qualquer forma de reposição. Uma das alternativas em discussão foi a recomposição escalonada em parcelas para facilitar o desfecho das negociações e acabar com a greve. "Estamos dispostos a conversar", destacou Elisabete Borgianni, representante da comissão de negociação.

Adesão total em Campinas e Ribeirão
Os fóruns de Campinas e Ribeirão Preto são os mais prejudicados com o movimento grevista iniciado desde o final de abril. Nessas duas cidades, a adesão dos servidores é total.

Paralisação durou 91 dias em 2004 por aumento de 26,39%

A atual greve no Judiciário paulista ganha de longe da última paralisação da categoria em 2004, até considerada a maior promovida pelo funcionalismo público da Justiça. Na ocasião, a paralisação durou 91 dias e também pedia reposição salarial para a categoria. O índice da reivindicação era de 26,39%.

A mobilização contou com o mesmo índice de adesão dos servidores se comparado com o atual movimento. A parada de 2004 começou no dia 29 de junho, após uma assembleia realizada pelos funcionários.

Naquela época, a própria OAB-SP repudiou a paralisação, apesar de também alegar que as reivindicações eram justas. Naquela época, cerca de 12 milhões de processos se encontravam em tramitação em primeira instância nos fóruns distribuídos por todo o estado de São Paulo.

Durante o período de greve, categoria e TJ-SP negociaram exaustivamente o fim da mobilização grevista. Mas o impasse sempre batia em torno da reposição salarial. A outra principal reivindicação, como o plano de cargos e salários, por exemplo, foi parcialmente atendida.

Em 2005, o governo do estado encaminhou o projeto de lei que previa o novo sistema de promoção, com base no tempo de serviço e desempenho. Porém, a proposta só foi aprovada quase cinco anos depois na atual greve dos servidores.

A paralisação só acabou no dia 27 de setembro depois de uma grande assembleia, que contou com a presença de oito mil funcionários na Praça João Mendes, no Centro. Os grevistas aprovaram reposição salarial de 14%.

Servidores do Judiciário invadem Assembleia de São Paulo

Postado por: Sylvio Micelli - em: 25-08-2010 / 23:28:14

Servidores do Judiciário invadem Assembleia de São Paulo

DANIELA LIMA
DE SÃO PAULO
FOLHA DE SÃO PAULO

Servidores do Judiciário paulista, em greve há 120 dias, invadiram na noite de hoje o plenário José Bonifácio, da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo). A ocupação foi pacífica, mas, segundo eles, não tem hora para acabar.

O grupo de 32 servidores disse que só deixará a sala quando tiver suas reivindicações atendidas. Eles pedem a recomposição de perdas salariais, o julgamento do dissídio coletivo e a instalação de CPI (Comissão parlamentar de Inquérito) para investigar os gastos do Tribunal de Justiça do Estado.

Essa é a terceira invasão a órgãos públicos promovida pelos grevistas. Eles já haviam ocupado o Fórum João Mendes, na capital paulista, e o Palácio da Justiça.

"Essa é mais uma medida desesperada e radical, mas é definitiva. O tribunal não quer negociar conosco. Queremos que os três poderes se reúnam para discutir a nossa situação", afirmou à Folha Osmar da Silva, escrevente do Fórum de Jundiaí, que está entre os invasores.

O deputado estadual major Olímpio (PDT), que acompanha as negociações entre grevistas e magistrados, está no local e busca uma solução. "Eles querem pressionar o Executivo, que, ao lado do Judiciário, fica fazendo um jogo de empurra com os servidores."

O tribunal diz que não há verba para conceder aumentos salariais. Os grevistas estão com agasalhos, cobertores e levaram alimentos e água para a Assembleia. Quando os grevistas invadiram o João Mendes, a entrada de água e comida no local foi proibida, para sufocar a ocupação.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Ato Palacio - Parte IV

Ato Palacio - Parte III

Ato Palacio - Parte II

Limpeza do Joao Mendes

Greve Judiciário Paulista (É MENTIRA OU É VERDADE?)-Parte 4

Greve Judiciário Paulista (É MENTIRA OU É VERDADE?)-Parte 3

Greve Judiciário Paulista (É MENTIRA OU É VERDADE?)-Parte 5

Justiça brasileira está ficando ridícula

Greve do Judiciário - 20/07/2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Sob gritos de “Fora, Viana!”, Servidores do Judiciário mantém greve


por Sylvio Micelli / ASSETJ

Os Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo realizaram, na tarde-noite desta quarta (18), mais uma Assembleia Estadual na Praça João Mendes, no Centro da Capital. Foi a décima-sétima, desde o início da greve em 28 de abril. Por absoluta maioria, a categoria deliberou pela continuidade da greve. Nova Assembleia está marcada para a próxima quarta, dia 25 de agosto, às 14 horas, no mesmo lugar, quando o movimento completará 120 dias de paralisação.

Foi uma Assembleia diferente. Iniciada pouco após às 14 horas, logo foi suspensa para que se aguardasse as duas reuniões que movimentaram o dia. A primeira, às 16 horas, aconteceu entre o governador Alberto Goldman e o presidente do TJ-SP, desembargador Antonio Carlos Viana Santos no Palácio dos Bandeirantes. Desta reunião também participou Luiz Antonio Guimarães Marrey, Secretário-Chefe da Casa Civil do governo paulista. Em seguida, às 17 horas, houve uma reunião entre os desembargadores Willian Campos, Antonio Carlos Malheiros e a Comissão das Entidades Representativas de Servidores do Judiciário na sede do Palácio da Justiça.

Nada de novo foi apresentado. Segundo informações dos desembargadores, o governador negou a liberação de verbas para o TJ paulista. Muitas discussões foram travadas, inclusive sobre a implantação do Plano de Cargos e Carreiras e o desembargador Willian Campos afirmou que apresentará ao presidente do TJ, um cálculo de R$ 44 milhões, que seria a antecipação do duodécimo a que o TJ faz jus, para se pagar 4,77% nas folhas de outubro, novembro, dezembro e no 13º salário, numa proporção de R$ 11 milhões por mês. O desembargador falou que não se trata de uma proposta oficial do TJ e que esta ideia por ele apresentada seria discutida amanhã (19) com o presidente. Nova reunião entre os desembargadores e os representantes dos servidores ocorrerá nesta quinta às 17 horas.

Assembleia noturna

Já era noite em São Paulo, quando os representantes voltaram da reunião e passaram os informes para os Servidores que, mesmo com o frio, não arredaram o pé da praça. O presidente da Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (Assetj), José Gozze, subiu ao palanque para fazer uma análise da reunião. Fez severas críticas ao desembargador Antonio Carlos Viana Santos. “Ele é incompetente e acredito que as coisas só serão resolvidas se ele sair da presidência”, bradou. Em seguida emendou: “tenho dúvidas de que realmente o governador tenha participado da reunião. Não dá para entender um Tribunal onde o [Luiz Antonio Guimarães] Marrey é quem manda”. Finalizou afirmando, categoricamente, que a greve tinha que continuar. Os demais representantes também prestaram informes e opinaram na mesma linha de que o movimento deveria prosseguir.

E foi assim que aconteceu. Sob vaias e gritos de “Fora, Viana!”, a greve continua.

Deliberações

1. Continuidade da greve por tempo indeterminado;

2. Nova Assembleia, às 14 horas do dia 25 de agosto de 2010, na Praça João Mendes;

3. Realização de um esforço concentrado na próxima semana. Entre segunda e quarta (23 e 25 de agosto) devem ser realizados atos diversos como piquetes e vigília no Fórum João Mendes e manifestações na Assembleia Legislativa e Palácio dos Bandeirantes. Sobre este tópico, o conjunto de Entidades se reunirá nesta quinta (19), às 15 horas para definir o cronograma de atividades que será posteriormente divulgado.


AGENDE-SE

19 DE AGOSTO – 114º DA GREVE – QUINTA-FEIRA – 17 HORAS – REUNIÃO DA COMISSÃO DE ENTIDADES E DESEMBARGADORES NO PALÁCIO DA JUSTIÇA

23 A 25 DE AGOSTO – 118º A 120º DA GREVE – SEGUNDA A QUARTA – DIVERSOS ATOS CUJO CRONOGRAMA SERÁ DIVULGADO ATÉ SEXTA-FEIRA

25 DE AGOSTO – 120º DA GREVE – QUARTA-FEIRA – 14 HORAS – DÉCIMA-OITAVA ASSEMBLEIA GERAL ESTADUAL NA PRAÇA JOÃO MENDES

sábado, 7 de agosto de 2010

Des Willian Campos Alesp 04082010

Deputados pedirão verba para acabar com greve no TJ

Deputados pedirão verba para acabar com greve no TJ

Paralisação tem 30% de adesão e já dura mais de 100 dias


...O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, desembargador Antonio Carlos Viana Santos, recebeu nesta sexta-feira (6), no gabinete da presidência, o deputado federal Ivan Valente e os deputados estaduais Maria Lúcia Prandi e Carlos Giannazi para tratar de questões referentes à paralisação dos servidores do Poder Judiciário.

Participaram também da reunião os desembargadores Antonio Carlos Malheiros, Willian Roberto de Campos e Paulo Dimas de Bellis Mascaretti, presidente da Associação Paulista de Magistrados, além dos juízes assessores João Batista Morato Rebouças de Carvalho e Sérgio Rui da Fonseca.

Os deputados informaram ao presidente do TJ que, durante audiência pública, na última quarta-feira (4), concordaram em juntar todos os esforços junto ao governo do Estado para a suplementação de verba para o pagamento da reposição salarial deste ano. Os deputados solicitaram, também, mais celeridade na apreciação da ação de dissídio coletivo.

O desembargador Viana Santos comunicou aos deputados que, por parte do Tribunal, novas propostas estão sendo consideradas. Para tanto, ele busca junto ao governador uma audiência para tratar da necessidade de suplementação para o pagamento da reposição inflacionária do último ano. O presidente do TJ propôs dois novos itens como forma de se colocar um fim à paralisação:

a) o pagamento a partir deste mês da reposição inflacionária de 4,77%, mediante gratificação, desde que haja a necessária suplementação por parte do governo de estado;

b) a cessação dos descontos dos dias parados mediante reposição por meio de mutirões e/ou horas credoras, férias, licença prêmio etc.



...Antes do término da reunião, Viana Santos determinou que se fizesse contato com o Palácio dos Bandeirantes para uma reunião com o governador. No dia 17 de junho, a direção do Tribunal de Justiça de São Paulo prometeu enviar dois projetos de lei à Assembleia Legislativa para tratar do reajuste dos servidores. Como pediram os funcionários da Justiça paulista, uma das propostas requer a aprovação de um reajuste de 4,77% já para este ano, retroativo a março. A outra é para incluir um aumento de 20,16% no orçamento da corte de 2011.

A greve já dura mais de 100 dias. Com 30% de adesão, a paralisação já alcançou a mais longa da história do Judiciário do estado, ocorrida em 2004. De acordo com a Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo, por conta da greve, além dos 300 mil novos processos parados, cerca de 100 mil audiências apresentaram problemas. Além disso, 280 mil sentenças não foram prolatadas ou publicadas.

Fonte: R-7

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Funcionários do Judiciário paulista são recebidos na Assembleia


Foto: Vitor Santos

Funcionários do Judiciário paulista são recebidos na Assembleia

Representantes dos funcionários do Judiciário paulista
Em greve há quase 100 dias, os funcionários do Judiciário paulista realizaram assembleia nesta quarta-feira, 4/8, no auditório Franco Montoro do Palácio 9 de Julho, onde foram recebidos pelos deputados Carlos Giannazi (PSOL) e Olimpio Gomes (PDT).
Os servidores realizaram assembleia para decidir se continuam a greve, iniciada em 28 de abril, pela reposição salarial de 20,16% (o tribunal oferece 4,77%) e pela instalação de uma CPI para investigar o Tribunal de Justiça de São Paulo " os grevistas reclamam que a maior parte do orçamento do tribunal seja destinada aos magistrados.
Os servidores querem também que cesse o desconto pelos dias parados, que vem sendo feito desde o mês de junho, no valor de um terço do salário dos grevistas.


http://www.al.sp.gov.br/

Servidores do Judiciário paulista decidem manter greve


Foto: Vitor Santos

Servidores do Judiciário paulista decidem manter greve; TJ acena com possibilidade de retomada nas negociações

Raquel Maldonado
Do UOL Notícias
Em São Paulo

Audiência pública dos servidores do judiciário paulista na Assembleia Legislativa de São Paulo

A um dia de completar cem dias de duração, a greve dos servidores do Judiciário paulista iniciada em 28 de abril deve continuar até pelo menos a próxima quarta-feira (11), para quando está marcada uma nova reunião. A decisão foi tomada na tarde de hoje em assembleia realizada no centro da capital paulista

Em junho, os grevistas ocuparam o Fórum João Mendes, na capital paulista, onde passaram quase 48 horas; greve completa cem dias nesta quinta
Mais tarde, durante uma audiência pública realizada na Assembleia Legislativa de SP, o representante do Tribunal de Justiça de São Paulo, o desembargador Willian Roberto de Campos, acenou com uma proposta de retomada nas negociações.

Ele disse para cerca de 1.000 servidores - de acordo com estimativas dos próprios manifestantes- que entre quinta e sexta-feira o presidente do TJ-SP receberá uma comissão de deputados para discutir a greve.

De acordo com a Associação dos Oficiais de Justiça do Estado (Aojesp), enquanto não forem atendidas as reivindicações, a greve não será encerrada. Na próxima assembleia os servidores decidirão os rumos da paralisação com base na proposta apresentada pelo TJ durante esta semana.

Reivindicações

Além da reposição salarial de 20,16%, outra reclamação dos grevistas é para que o tribunal não desconte as horas paradas. No dia 21 de julho, o Órgão Especial do TJ se reuniu e decidiu, em caráter extraordinário, manter o desconto.

A categoria só aceita negociar se o tribunal melhorar a proposta. O TJ oferece 4,77%, em projeto de lei a ser enviado à Assembleia Legislativa, e mais 20,16% a serem incluídos na proposta orçamentária do tribunal para 2011.

Para a Aojesp, um ponto que emperra as negociações é o fato de que o TJ não tem autonomia financeira para aprovar a reposição. “Não queremos do TJ um projeto de lei, queremos uma proposta concreta de reposição”.


Para marcar os cem dias de paralisação, os grevistas estão convocando todos os servidores do judiciário, mesmo os que não aderiram à greve, a pararem por ao menos um dia. A intenção dos manifestantes é contar com o apoio de toda a categoria e chegar aos 100% de paralisação amanhã.

Ida a Brasília

Nesta terça-feira (3), cerca de 600 servidores foram a Brasília onde fizeram um protesto em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar de não terem sido recebidos, os servidores avaliam como positivo o ato, já que a intenção dos grevistas de sensibilizar o CNJ a fazer uma auditoria no Tribunal de Justiça paulista parece ter sido atendida.

Segundo a Aojesp, o CNJ enviou um ofício ao TJ-SP pedindo explicações sobre o não julgamento do dissídio coletivo de greve e sobre o desconto dos dias parados. O TJ-SP teria 72 horas para enviar as respostas.

Prejuízo
De acordo com a seccional paulista da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e o comando de greve, a adesão média à greve é de 30% dos servidores. O percentual apontado pelo Tribunal de Justiça é bem menor: entre 5% e 15%.

A OAB estima que a paralisação tenha provocado o prejuízo de 300 mil processos represados, 280 mil sentenças não proferidas e 100 mil audiências desmarcadas. Os números, no entanto, são menores do que a greve de 2004, que durou 91 dias: 1,2 milhão, 600 mil e 400 mil, respectivamente. À época, a adesão dos servidores ao movimento grevista foi maior.

Funcionários do Tribunal de Justiça mantêm greve em SP


Foto; Vitor Santos

Funcionários do Tribunal de Justiça mantêm greve em SP

Assembleia foi realizada nesta quarta-feira (4).
Servidores pedem reposição salarial de 20%
Do G1 SP

Funcionários do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram em assembleia, nesta quarta-feira (5), que vão continuar em greve. Eles estão parados há cem dias.

Cerca de mil servidores públicos participaram de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo. Eles pedem reposição salarial de 20% e que o tribunal pare de descontar os dias parados.

Um representante do Tribunal de Justiça esteve na audiência pública e disse que nesta quinta-feira (5) ou na sexta (6) o presidente do tribunal vai receber uma comissão de servidores para tentar acabar com a greve.

Continua greve dos funcionários do Tribunal de Justiça

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