Presidente da AOJESP pede intermediação do CNJ na greve em São Paulo.
Em Brasília, a AOJESP recorreu aos conselheiros conhecidos - de São Paulo - que compõem o Conselho Nacional de Justiça, expondo a indignação dos servidores e os fatos da greve.
Yvone Barreiros Moreira, na última Assembléia Geral Estadual dos servidores do Judiciário de São Paulo e após reunião das Entidades Negociadoras com os representantes assessores do Presidente do Tribunal de Justiça, só vislumbrou a recorrer a Brasília. A reunião com os juízes assessores, contudo o esforço que têm feito, resultou em total frustração.
Em equipe, acompanhada de advogada, Yvone recorreu aos conselheiros conhecidos - de São Paulo - que compõem o Conselho Nacional de Justiça, expondo a indignação dos servidores e os fatos da greve, que na quarta-feira, dia 30, completou 64 dias, sem perspectivas de o Tribunal cumprir as leis.
A reivindicação principal, de uma escala reivindicatória, por ora, é de, pelo menos, 50% das perdas salariais de 20,16%, ficando a outra metade na proposta do Tribunal, que é de enviar um projeto de lei à Assembléia Legislativa, que como se sabe não será aprovado este ano.
Porém, neste momento, os negociadores têm certeza de que pelo menos os 10,8% ou 11,32% o Tribunal de Justiça tem o dinheiro para pagar, e já.
Outra reivindicação importante para os servidores, para a população, para os advogados e para os juízes é de que os SERVIDORES se propõem a fazer mutirão e colocar os serviços em dia, trabalhando aos sábados, domingos e feriados, MAS DESDE QUE O TJ NÃO DESCONTE OS DIAS PARADOS.
AOJESP
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